Comissão para a Ação Social Transformadora se réune para encaminhar propostas

09 de maro de 2018 às 12:22
Comissão para a Ação Social Transformadora se réune para encaminhar propostas


Os membros da Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Social Transformadora reuniram-se na sede provisória da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), neste dia 8 de março, para reorganizar seu calendário e planejar suas ações que serão apresentados aos bispos na 56ª Assembleia Geral.

Segundo o bispo de Ipameri (GO), dom Guilherme Werlang e presidente da Comissão para a Ação Social Transformadora foi preciso reorganizar a agenda de 2018, após as alterações nas datas das reuniões do Conselho Permanente e do Conselho Pastoral da CNBB.

A comissão vai apresentar na 56ª Assembleia Geral uma avaliação e uma proposta de replanejamento do Grito dos Excluídos, tendo em vista o fortalecimento desta ação que nasceu a partir das Semanas Sociais Brasileiras promovidas pela CNBB. Outro ponto a ser apresentado aos bispos é a realização da 6ª Semana Social brasileira.

Eventos – A visita da comitiva, composta por 19 pessoas, de 1º a 4 de março, coordenada pela Comissão Episcopal Pastoral Especial para o Enfrentamento ao Tráfico Humano da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) ao estado de Roraima, especialmente Boa Vista e Pacaraima, para conhecer de perto a realidade dos migrantes venezuelanos também foi objeto de reflexão e encaminhamento da reunião.

A Comissão também avançou no planejamento e organização do 1º Encontro das Coordenações das Pastorais Sociais com participação dos bispos referenciais de 21 a 23 de março e da reunião ampliada das Pastorais Sociais a ser realizada no mês de agosto deste ano.

“Refletimos sobre os ataques que e críticas fortíssimas e quais posicionamento tomarmos frente e isto”, disse dom Guilherme destacando que a Comissão já está produzindo acúmulos para subsidiar a CNBB na elaboração de possíveis notas, como a do Dia do Trabalho, em 2 de maio.

Outros pontos analisados pela Comissão foram os ataques à CNBB nas redes sociais e o trabalho do Grupo da Mineração. “Esperamos que possamos caminhar muito bem sempre fiéis ao planejamento da CNBB e com respaldo dos mais pobres que estão sendo atendidos pelas pastorais sociais e organismos da Igreja no Brasil’, disse.